quinta-feira, 22 de outubro de 2026
ELEIÇÕES 2026

Bancada feminina ampliará espaço na Câmara, mas seguirá abaixo de um quarto das cadeiras

A próxima legislatura da Câmara dos Deputados terá 109 mulheres eleitas, crescimento de 21,1% em relação à bancada feminina atual. O avanço acrescenta 19 cadeiras à representação feminina, que ainda ficará abaixo de um quarto do total de 513 vagas.
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A próxima legislatura da Câmara dos Deputados terá 109 mulheres eleitas. O número representa um acréscimo de 19 cadeiras em relação à composição atual e corresponde a um crescimento de 21,1% da bancada feminina.

Com 513 vagas no total, a Câmara passará a contar com uma representação feminina equivalente a cerca de 21% dos assentos. Mesmo com o aumento, a presença de mulheres permanecerá abaixo de um quarto da Casa.

Mais 19 cadeiras para deputadas

O resultado das eleições altera a composição da bancada feminina no Legislativo. A próxima legislatura reunirá 109 deputadas, enquanto a atual conta com 90 mulheres.

A diferença entre os dois grupos é de 19 cadeiras. Em termos proporcionais, o avanço chega a 21,1%, segundo os dados divulgados pela Câmara dos Deputados.

O crescimento modifica o tamanho da bancada feminina dentro da Casa, embora não altere o fato de que as mulheres continuarão sendo minoria entre os parlamentares eleitos.

Participação ficará em torno de 21% da Câmara

A Câmara dos Deputados é formada por 513 parlamentares. Nesse universo, as 109 deputadas eleitas representarão pouco mais de um quinto dos assentos da próxima legislatura.

A proporção é superior à registrada na composição atual, formada por 90 mulheres, mas ainda distante de uma divisão equivalente entre homens e mulheres. A nova configuração, portanto, combina dois movimentos: a expansão numérica da bancada feminina e a permanência de uma diferença significativa na distribuição das cadeiras.

O número de deputadas eleitas será o principal dado da mudança na presença feminina na Câmara. A variação também poderá ser observada na participação das mulheres nos debates, nas votações e na formação dos grupos parlamentares ao longo da próxima legislatura.

Resultado muda o desenho da próxima legislatura

A eleição de 109 deputadas produzirá um novo desenho para a Câmara a partir do início da próxima legislatura. O aumento do grupo feminino será incorporado à composição geral da Casa e estará refletido na bancada formada pelos partidos com representação parlamentar.

O resultado não significa que todas as mulheres eleitas atuarão de forma conjunta em todas as votações. As deputadas estarão distribuídas entre diferentes partidos e poderão integrar correntes políticas distintas. A expressão “bancada feminina” identifica o conjunto das mulheres que ocuparão cadeiras na Câmara, independentemente da legenda de cada parlamentar.

A quantidade de cadeiras, por si só, não define como será a atuação política do grupo. A participação nas comissões, a ocupação de funções na Mesa Diretora, a apresentação de projetos e a formação de maiorias dependerão da organização da próxima legislatura e das negociações entre os partidos.

Avanço é medido em relação à bancada atual

O crescimento de 21,1% é calculado a partir da comparação entre as 90 deputadas da composição atual e as 109 mulheres eleitas para o próximo período. O aumento absoluto é de 19 parlamentares.

Essa diferença permite observar a evolução da representação feminina entre uma legislatura e outra sem confundir o crescimento da bancada com a proporção total de mulheres na Câmara. O grupo aumenta em números absolutos e relativos, mas continuará ocupando menos da metade das cadeiras.

O dado também não corresponde ao número total de mulheres que participaram das eleições. Ele se refere especificamente às candidatas que conquistaram uma cadeira na Câmara dos Deputados e integrarão a próxima legislatura.

Presença feminina continua minoritária

As 109 deputadas representarão cerca de 21% do plenário da Câmara. Os demais assentos serão ocupados por deputados homens, que continuarão sendo maioria entre os 513 parlamentares.

Por isso, a ampliação da bancada feminina deve ser lida como uma mudança na composição da Casa, mas não como uma equiparação entre os gêneros. O resultado das urnas eleva a participação das mulheres a um patamar superior ao atual, sem eliminar a predominância masculina no Legislativo.

A nova composição também estabelece uma referência para a atuação institucional das deputadas. Com um grupo maior, haverá mais mulheres distribuídas entre os partidos e nas diferentes atividades parlamentares da Câmara. A efetiva influência da bancada dependerá, contudo, das regras de funcionamento da Casa e dos acordos políticos que serão formados.

Próxima legislatura terá nova configuração

A presença de 109 deputadas será uma das mudanças numéricas da próxima legislatura. O dado se soma às demais alterações provocadas pelo resultado eleitoral e passa a integrar a composição oficial da Câmara no período seguinte.

O aumento de 19 cadeiras em relação à bancada atual representa uma ampliação da participação feminina no Legislativo federal. Ao mesmo tempo, a proporção de aproximadamente 21% mostra que as mulheres ainda ocuparão uma parcela minoritária das vagas.

A partir da instalação da nova legislatura, as 109 deputadas eleitas passarão a exercer os mandatos conquistados nas urnas. A composição final da Câmara será, portanto, mais feminina do que a atual, mas permanecerá distante de uma distribuição equilibrada entre homens e mulheres.